26.8.11

Teste Geek !!!






Não Fique Se Achando, Essa Foi Fácil   
auhUUHAuhauhUHAUHuhaHUAUHhauUHAUHuhauhA

A Evolução Geek




Acho que sou uma mistura de todos, ou pelo menos da maioria 
huauhAUHauhuhAUHauhhauHUahuAHUuha 

Heróis Desenhados no Estilo Picasso


Clique nas imagens para ampliar 
e deleite-se com a mais pura arte 
hahUUHAHUhuaUHAHUuhauhHU






LoL 
O Superman é o mais tenso
ahuhuHUAHuhuaHUUHAHUahuUHAHUhua

Sobre Mirkwood, o românce ficcional da vida de J.R.R. Tolkien


PERGUNTA: Qual a ligação entre um renomado escritor e linguista, uma metadília chamada Ara, Jesse Grande um afiador de tesouras desaparecido, sua neta órfã e a Terra Média?

RESPOSTA: Todos eles são protagonistas do romance ficcional de Steve Hillard chamado Mirkwood, nada mais nada menos do que a versão ficcional da vida de nosso eterno mestre John Ronald Reuel Tolkien (J.R.R. Tolkien) mundialmente conhecido como o criador da trilogia “O Senhor dos Anéis”.



A HISTÓRIA.
  
Em Mirkwood, Steve Hillard conta-nos uma trama onde J.R.R. Tolkien é portador de documentos secretos que falam de uma heroína chamada Ara que vivera no universo antigo que serviu de inspiração para a criação da Terra-média. Tais documentos em mãos erradas poderiam provocar um imenso mal. Tolkien confia então seus papeis ao afiador de tesouras Jesse Grande que quatro décadas depois está desaparecido, os documentos são encontrados por sua neta órfã Cadence e agora cabe a ela proteger a história da heroína Ara das forças das trevas.  





ALGUNS PROBLEMAS, ALGUMAS SOLOÇÕES.

    Após alguns problemas com a família de Tolkien, que tentou impedir a publicação do livro, Steve Hillard conseguiu graças à Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que defende a liberdade de expressão, que ele poderia publicar Mirkwood desde que avisasse na capa do livro "é um trabalho de ficção que não é endossada nem conectada com o espólio de J.R.R. Tolkien nem seus editores".

Steeve Hillard com sua expressão
"He, He... Sou Rico"

O FILME.

  Em 2011 a EMO Films fechou um acordo com Steve para produzir e financiar o longa-metragem de Mirkwood.
"A Adaptação de Mirkwood vai seguir os moldes do romance, mas se aprofundar muito mais no pouco conhecido passado de Tolkien, desde seus planos de tornar-se um decifrador de códigos durante a Segunda Guerra até o processo de criação de suas obras mais célebres", disse Hillard ao Hollywood Reporter. 

24.8.11

Sobre "o Alfabeto de um Nerd ! "






Bem que no "K" além do K-On poderia ser "Kratos" : P
uhahuHUAUHuahUHAUHauhUHAuhaAUHhahuAUHhuahuAHUhuaUAHUha

23.8.11

Sobre The Cure e Sandman








De Uma Coisa Eu Tenho Certeza... Há Alguma Influência Pelo Menos 

P.S.: Para quem Não Sabe.....
Robert Smith : Vocalista do Grupo de Rock "The Cure" de 1976
Morpheus : Personagem Central do HQ da DC Comix/VERTIGO "Sandman" de 1988


BÔNUS 





Sem mais duvidas...
huHUAHUSuhsuhuhsuhHUSuhshuAHUSuhsuhSUHauhsUH

Sobre Banners do Blog

GIFS DO FLORESTA-CINZA!

Versão Original

Versão Nerd

Versão Morte (Sandman)


21.8.11

Doutor de Fábulas


Sobre Velhos e Bigodes

 O dia estava nublado e muito frio quando eu caí na estrada, Sr. Manson era um Aristocrata excêntrico, pelo que eu sabia até ali ele era um vilão com ligação de sangue com o próprio Capitão Gancho, uma família pomposa, homens com grandes bigodes e mulheres belas com belos vestidos. Cheguei rapidamente no local, um grande e belo jardim era guardado além dos grandes portões de ouro, muitas cridas cuidavam da grama, todas tristes, ao longe se via uma montanha e um bosque, que aparentava ser lar de muitas bruxas.

 Sr. Manson morava em uma grande mansão
 Um homem velho, mestre em magica e ilusão.
 Recebeu-me com grande felicidade
 Com muito amor além da pura maldade.
 “Sente-se doutor, quer alguma bebida?”
  Perguntou-me com uma curta reverência
  “Sim claro, sirva-me suco de melancia”
  Sr. Manson sentara em um pomposo trono
  Alisando sempre o seu jeitoso bigode
  O suco fora trazido pelo mordomo
  Uma lamparina fora acesa no alto de um poste
   Comecei a consulta e percebi algo que vinha do trono
   Sr. Manson exalava um péssimo odor
   Perguntei “quais os sintomas senhor?”
   “o demônio me rogou uma praga doutor
   Sinto coceira e febre
   Os remédios estão me trazendo muito fedor!
   A ciência não adiantou
   Por isso o-chamei”
   Ele terminou muito envergonhado
   Então me levantei
   “Sr. Manson, percebo que está muito suado
   Provavelmente é a febre, suspeita de algo?”
   o-questionei
   “sim, ouça bem o que eu direi
   Fui atingido por alguma maldição
   Não duvido desta questão!”
   “e por que me diz isto senhor?”
   Minha pergunta o-impressionou
   “as bruxas não gostam de mim doutor”
   Ele sussurrou com seriedade
   “elas trazem grande maldade”
   Terminou ele.
   Caminhei pelo grande salão
   Quando a grande porta fora aberta
   Fazendo um grande clarão
    Uma criada que adentrava no momento
   Era bela e com os cabelos cheios de nós
   Tomara um susto ao nos ver
   “deixe nos a sós”
   Falei para Sr. Manson
   “somente eu e a criada”
   “o que quer com ela?
  É uma ignorante, não sabe de nada”
  Julgou ele e eu insisti
  “não me questione senhor
  Faço meu trabalho se permitir”  
  Ele se retirou do salão a contragosto
  “conte-me tudo amor
  Sr. Manson o-traz algum desgosto?”
  Falei para criada que estava assustada
  “Ó sim doutor, é uma lástima
   Ele nos maltrata bastante
   Ele é mal, bate na gente
   E nos abusa sempre, se é que me entende”
   Nervosa ela terminou.
   Era claro, um vilão aristocrata
   Muitas criadas trazidas da cidade
   Do campo e da estrada
   “enquanto as bruxas, algum envolvimento?”
   Perguntei no momento.
   “sim, outro dia tentou abusar de uma na floresta
    Na região, a mais bela bruxa que resta ”
    Terminou ela no momento que Manson voltara
    Suas feições mostravam maldade
    Alisando o bigode perguntou
    “algum diagnóstico doutor?”
    “Ó, Manson, você voltou
     Creio que tenho o diagnóstico senhor”
    A criada saíra e ele sentara
    “então me diga logo!” ele dera um sorriso amarelo
    Em seu rosto aparecera muitas rugas
    “É simples” falei dando curtas risadas
    “Sr. Manson seu problema são as pulgas
    Não use o bigode ao abusar de suas criadas
    Você é novo Sir, e seu rosto possui muitas rugas
    Qualquer problema, você pode ter certeza
    Agora sim serão as bruxas”. 
    

15.8.11

As Melhores Frases : Peanuts

Voltando a postar algo nessa joça!

Estou Aqui Postando uma coleção de frases dos Peanuts, também conheçido como A Turma do Charlie Brown, quem nunca abriu livros de português só para ler elas? 






“Se a vida é um jogo de golfe, eu errei as últimas cinco tacadas.” (Charlie Brown)
“Quando a sua vida estiver arruinada, você deve passar uma tarde inteira debaixo de uma árvore.” (Charlie Brown)
O objetivo da escola é estudar, estudar e estudar; para ir para o segundo grau e estudar, estudar e estudar; para ir para a faculdade e estudar, estudar e estudar; para conseguir um bom emprego, constituir família e ter filhos. Filhos que vão para a escola, para estudar, estudar e estudar…” (Linus van Pelt)
“Mas o amor não existe para fazer a gente feliz?” (Charlie Brown)
“Eu gosto da humanidade. O que eu não suporto são os humanos”.
(Linus van Pelt)
“Charlie Brown, de todos os Charlie Browns do mundo, você é o mais Charlie Brown de todos!”
(Linus van Pelt)
Não falei que tô apaixonado por ela, simplesmente disse que gosto muito do chão que ela pisa…”
(Linus van Pelt)
Sabe, Linus, eu tô desenvolvendo uma nova filosofia, eu só preciso suportar um dia por vez.”
(Charlie Brown)
“Se todos concordarem comigo, todos estarão certos.”
(Lucy van Pelt)
“Eu nunca cometi um erro na minha vida. Achei que tivesse cometido uma vez, mas eu estava errada”.
(Lucy Van Pelt)
No livro da vida, as respostas não estão na parte de trás”.
(Charlie Brown)
“Minha vida não tem qualquer finalidade, sem direção, sem objetivo, não faz sentido e, no entanto, estou feliz”.
(Snoopy)
“Esse é o segredo da vida. . . Substituir uma preocupação por outra”.
(Charlie Brown)
Nenhum problema é tão grande ou tão complicado que não se possa fugir dele!”
(Linus Van Pelt)
“Ontem fui um cão. Hoje sou um cão. Amanhã provavelmente vou continuar a ser um cão. *Suspiros*. Há tão pouca esperança de avanço”.
(Snoopy)
“Tudo que você realmente precisa é amor, e um pouco de chocolate”.
(Lucy Van Pelt)
“Eu sei a resposta! A resposta está no coração de todos os homens! A resposta é doze? Acho que estou no prédio errado”.
(Lucy Van Pelt)
“Estes cinco dedos … Individualmente, eles são nada. Mas em conjunto, eles formam uma arma que é terrível!”
(Lucy Van Pelt)
“Eu estou em uma nova campanha para ser agradável para as pessoas”.
(Lucy Van Pelt)
“Eu lhe disse um milhão de vezes que os adultos são diferentes!”
(Linus Van Pelt)
“Cada geração tem de ser capaz de culpar a geração anterior para seus problemas.. Não resolve nada, mas faz se sentir melhor”.
(Lucy Van Pelt)
Eu não gosto de problemas na cabeça. Penso que a melhor maneira de resolver os problemas é evitá-los.
(Linus Van Pelt) 



Você não será feliz aqui...
Dito a uma Folha que cai de uma Árvore (Linus Van Pelt)
E Para Terminar....... 


Charlie Brow Atrás de uma Arvore : 


- Se eu ficar aqui verei aquela menina ruiva quando ela sair de casa. 


- Naturalmente se ela me notar vai achar que sou um idiota. 


- Mas se eu não ficar aqui, nunca a verei 


- O que provavelmente significa que sou um idiota 


- O que explica por que estou pisando em uma poça de lama. 






ATÉ MAIS!

5.5.11

Destroços de uma Civilização - The Machine, The Human, The Demon.

 Destroços de uma Civilização - The Machine, The Human, The Demon.

O ano é 2081, um futuro não tão distante, talvez para um filme idiota de ficção-cientifica.

Antes de tudo preciso lhes falar que não sou um humano, sou uma maquina futurista programada para substituir essa maldita raça faminta por destruição e esse cargo não me traz “felicidade” e tenho motivos para dizer que aqui nada me traz felicidade, somente ela...

  A prostituta deitada na calçada imunda há anos fora uma das mulheres mais ricas da cidade, o bêbado na parada de ônibus fora um pai que matou toda a sua família a pauladas, ele se funde com as suas próprias fezes que se misturam com o seu vomito pastoso, o morto pútrido no beco infesta a narina deles, porém o cheiro da morte já é comum. A ‘chuva ácida’ de ontem fez os esgotos transbordarem e a cidade agora fede a fezes com o leve frescor da fumaça misturada com o cheiro da erva alucinógena dos garotos do beco, a fumaça das maquinas voadoras faz uma neblina densa na metrópole. Eu procuro sempre andar rápido e bem oculto em meu casaco, procuro também não encostar-se à imunda pele deles, odeio me sujar com esses vermes, meus pés metálicos esmagam os ratos que passam a minha frente, os ratos são puros em pensamento, porém a sua natureza é imunda, mas os humanos são podres e buscam se esconder dentro da mais maldita luxuria formando um casulo onde eles podem fazer suas porcarias. Sinto o ódio que eles eram para sentir, mas não sentem e dentro de tudo isso eu sou somente uma maquina ambulante que odeia.
   Abro o portão do prédio com rapidez, o prédio está cada vez mais imundo, as paredes estão podres e mofadas, eu olho para o elevador velho que parece um belo convite para um suicídio, subo as escadas até o oitavo andar, eu percorro o corredor com certo temor, as portas em que passo guarda circos-de-horrores, perto do meu quarto avisto um casal, eles se debruçam no calor do sexo na janela do prédio, a garota é minha vizinha e só tem dezesseis anos, ela mora com o pai que a obriga a se prostituir para sustenta-lo, ela mostra nojo, o velho que há agarra é asqueroso, ele baba e geme como um porco sendo esfaqueado, aposto que a sua genital  podre está fazendo uma festa naquela pobre criança, o seu nome é “Michelle”. Vejo um espectador, ele espia de dentro de seu quarto enquanto se masturba, seu rosto possui muitas rugas que mais parecem deformações, abro a porta do meu apartamento que está quebrada “ainda não tive tempo de arruma-la” entro nele, é o fim da depravação. 
   O quarto está desarrumado, a mesa está cheia de livros abertos e copos de Óleo para maquinas, eu estudo uma solução para sair deste inferno, mas é difícil, não existem territórios vazios, a superpopulação de humanos e maquinas está ocupando praticamente toda a terra e até mesmo os grandes desertos estão ficando apertados. Os pedaços de maquina, livros e caixas estão por todo o quarto, a janela está fechada, eu me dirijo a cozinha, está limpa, na verdade o meu apartamento esta organizado e limpo, apesar de estar lotado. Eu passo um longo tempo lendo e então me desligo, preciso carregar um pouco. Passo três dias desligado.
   O meu sistema capta barulhos estrondosos, eles param por uns minutos e aumentam, então eu sou acertado por algo e desligo.
   Eu estou ligando novamente, alguém me ligou, o meu sistema indica que eu passei dois meses desligado. Minha visão abre aos poucos e eu começo a me movimentar, há muita areia em meu esqueleto, minha visão volta, estou em um cenário pós-apocalíptico onde tudo está em ruinas, eu fui arremessado longe, há humanos há minha volta, eles parecem cães assustados e desabrigados e eu um açougueiro que traz um grande pedaço de bife, são sete humanos e entre eles está ela, Michelle, ela me olha com a preocupação que nenhum dos outros tem, ela tem cabelos negros até o meio das costas que agora parecem desgrenhados, seus olhos são claros como o sol, seus lábios estão descascando assim como o seu nariz que é um pouco grande que em seu rosto é ideal, sua pele ainda está branca apesar do sol que bronzeia os demais, ela é uma obra perfeita.
   Eles estão assustados e me levam para uma cabana em meio às ruinas da antiga e tecnológica civilização humana. Há latas por todo lado, assim como os cadáveres, a cabana era grande e lá dentro havia dezenas de vermes humanos, um dos organizadores ficou diante de mim e disse em voz fraca “Ó líder das maquinas, nos ajude com teu conhecimento ilimitado, e nos leve daqui com a sua engenharia!” do que ele estava falando? Quando me viro uma velha dama humana sussurra “Ele esta falando do projeto ‘Éden’...” a palavra “ÉDEN” explodiu em minha mente robótica como uma granada de mão Alemã M-24, Éden era o projeto que eu tinha para fugir deste inferno, uma nave que me levaria para uma ilha no meio da Antártida, uma ilha pequena ideal para eu começar o meu novo mundo, este era o meu plano, um plano guardado a sete chaves, só para mim, quem poderia ter descoberto isso?! Eu saio bruscamente da cabana “HUMANOS MALDITOS!”.
    A noite cai, o céu está vermelho e os ratos estão em montes nas ruas, eles fogem do que poderia ter acontecido, estou na antiga praça da cidade, onde só restou um banco, os meus planos foram arruinados, tudo que eu queria era esmagar o humano verme que violou os meus planos. Alguém se aproxima, estou pronto para tudo e rezo para ser um humano. Então eu ouço “Eu contei para eles...” é uma voz angelical e fraca, ela repete com a voz mais alta, porém ainda fraca “EU CONTEI para eles”, é ela, Michelle, ela me espiou, desgraçada, eu a agarro pelo pescoço e a levanto, eu sinto fúria, estou pronto para mata-la e assim matar todos ali, assim eu ficaria sozinho na cidade ruina, era perfeito, qualquer um que se aproximasse para habitar a cidade seria exterminado. Ela olha para mim, os seus olhos são belos assim como ela, ela olha para mim e eu berro “Maldita, o que faz comigo?!” eu a-solto.
   Eu sento no banco da praça, ela está ao meu lado, então eu pergunto “Por quê?” ela responde “vivia em um mundo de caos e traumas, certo dia eu me vi decidida, iria acabar com o meu sofrimento, iria cometer suicídio, sai de casa sem meu pai me ver, eu ia me jogar da janela, porém ele percebe que não estou lá, ele grita ‘SUA VERMEZINHA, VOCÊ VAI SE ARREPENDER! ’ eu estava atormentada e ainda não aceitava a ideia do suicídio, então entrei no apartamento vizinho, a porta estava aberta, era o seu apartamento, fiquei lá por um tempo então avistei livros e anotações na mesa, comecei a ler, então descobri o projeto Éden, voltei a minha casa e aquele cara que você vira quando chegou era um velho amigo do meu pai e as doenças que ele me passou agora devastam o meu corpo, era inaceitável, estávamos na janela, então me joguei para trás e caímos do oitavo andar, quando acordei estava no terraço de um hospital, então o cataclismo aconteceu. Sobrevivemos, todos nós precisamos de ajuda antes que ocorra algo pior, todos nós precisamos do Éden, eu não preciso do Éden, pois a minha carta de morte já fora assinada, mas quero morrer com a consciência de que fiz algo”. Paro por um bom tempo e reflito, “Como pode ter pena desses vermes?” era ridículo, ela queria salva-los, então ela responde “Sejam quem for, estou pronta para salva-los e perdoa-los, pois o que eles fazem não é culpa deles, mas sim da sociedade que os fez assim, eles me deixariam morrer, mas eu não, pois não me igualo aos demais, acredito que todos somos filhos de Deus” fez-se o silêncio então ela encerrou “E então Homem-Maquina, me ajude a cumprir o plano Éden e livrar estas pobres almas que perderam a inocência”. 
  - Eu não sou filho de deus – falei e então acabei – seria um risco voar com essas ameaças e não temos naves, o Éden era um plano meu, adaptado para as minhas necessidades e não para a necessidade desses humanos!
 - você esta aceitando a alternativa maquina, existe um coração dentro dessa lataria, faremos o possível e o impossível, eles estão acordando para a realidade, vamos, nós podemos... – fala ela, ela tem uma esperança fútil que me conquista, me pergunto “eu iria ajudar a eles?”.
  Então eu falo - Espere amanhecer Michelle, amanhã terá uma resposta – “se você acordar viva esteja pronta para o trabalho, ao contrario todos morrerão” penso isso, mas prefiro me calar, ela se foi e eu fiquei ali, afogado em meus pensamentos, qual seria a minha decisão?
Por hoje é só galera! Logo, logo estarei postando a segunda parte:
“Destroços de uma civilização - God loves the machines?”. 
Comentem, espalhem, sigam!!!